30 de abr de 2010

Mapa mental

Vejam link para fazer o download do programa de Mapa Mental- MindMan Personal que pode ser usado para a visualização das categorias e da estrutura de uma linguagem documentária.

O programa é de instalação e uso muito simples. Faça também o download do tutorial para uso do programa.

Depois de criado o mapa mental, use a opção Copy para clipboard para colar no MS Word ou Power Point (neste programa fica melhor, pois vc pode definir uma página maior para impressão)

18 de fev de 2010

Sistema Nocional: resumo


CINTRA, A.M; KOBASHI, N.Y; LARA, M. L. G. (1994). Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: APB; POLIS.

Sistema Nocional: resumo

Todo e qualquer campo do conhecimento corresponde a um conjunto de noções, sendo que as áreas especializadas tem seu universo nocional devidamente identificado, sempre a partir de um dado ponto de vista, para que seja possível organizá-lo de forma sistemática e inter-relacionada. (CINTRA et al, 1994)
A ausência do sistema de noções, ocasiona a falta de compreensão ou a compreensão incorreta das possibilidades de relacionamento entre os termos, de modo que nas linguagens documentárias, o sistema nocional constitui-se em parâmetro básico para sua organização e sustentação. Esta ausência compromete a indexação e a economia da atividade documentária, fragmentando-a com questões relativas ao significado e compreensão dos termos.
A utilização de uma linguagem documentária supõe a explicitação nocional da área e organização sistemática, pois o sistema nocional corresponde ao conjunto estruturado de noções que reflete as relações estabelecidas entre as noções que o compõem e no qual cada noção é determinada pela sua posição no sistema.
As relações entre as noções compõem o sistema de nocional e se expressam nas relações hierárquicas e relações não-hierarquicas.
As relações hierárquicas expressam o conceito de superordenação e subordinação. Superordenação consiste na possibilidade de subdivisão de uma noção hierárquica mais alta em um certo número de noções de nível inferior chamadas noções subordinadas e o processo de subdivisão chama-se subordinação.
As noções coordenadas de um sistema hierárquico podem ser agrupadas com uma ou mais noções do mesmo nível (coordenadas entre si) para formar um nível superior ou superordenado.
As noções geral/particular e todo/parte são relações genéricas (gênero), relações específicas (particulares) ou relações partitivas (parte de um todo)
As relações genéricas são relações hierárquicas de noção superordenada que comporta as mesmas características das noções subordinadas a partir dela.
As relações específicas são relações hierárquicas subordinadas que compartilham das mesmas características da noção superordenada, mas apresenta pelo menos uma característica a mais que a diferencia.
A noção genérica que é a conjunção de características comuns, superordenação, vai das diferenças para as semelhanças Ex: Embarcação e seus tipos (canoa, iate, jangada, navio)
A noção específica que é a disjunção a partir da conjunção dada, noção subordinada que indica a existência de uma diferença face a um conjunto de características comuns. Ex: Mamífero dividido em duas espécies ( Racional e Irracional)
A relação partitiva é um tipo de relação hierárquica com noção superordenada e refere-se a objeto considerado como um todo e as noções subordinadas a objetos considerados partes. Ex: Navio e suas partes (quilha, convés, mastro)
As relações não-hierárquicas são relações que não são hierarquicas, mas podem ter elementos coordenados, que estão em um mesmo nível na hierarquica como racional e irracional, ou termos que não tem relação evidentes como boi e árvore.
As relações associativas, são tipos sequenciais com relação espacial ou temporal com noções de causa/efeito, produtor e produto, etapas de um processo, relações de oposição e contradição. Não são consideradas relações hierárquicas. Como por exemplo: causa/efeito – tempo seco – infecções respiratórias; produtor/produto – usineiro – álcool; etapas de um processo – reforma do setor saúde – descentralização; oposição/contradição – reações químicas a frio – reações químicas a calor.

Sistema nocional: aula

• Todo e qualquer campo do conhecimento corresponde um conjunto de noções.
• As áreas especializadas tem seu universo nocional devidamente identificado, a partir de um dado ponto de vista.
• Para que seja possível organizá-lo de forma sistemática, inter-relacionada.
• A ausência do sistema de noções, ocasiona a falta de compreensão ou a compreensão incorreta das possibilidades de relacionamento entre os termos.
• LDs – controle de vocabulário na área – sistema nocional desta área constitui-se um parâmetro básico para organização e sustentação da linguagem.
• A ausência do sistema nocional compromete a indexação e a economia da atividade documentária, fragmentando-a com questões relativas ao significado e compreensão dos termos.
• A utilização de um LD supõe a explicitação nocional da área e organização sistemática.
• ISO 1087 – Sistema nocional – conjunto estruturado de noções que reflete as relações estabelecidas entre as noções que o compõem e no qual cada noção é determinada pela sua posição no sistema.
• Passos:
1. Enumerar as noções
2. Determinação das relações
3. Estabelecer as posições relativas

• As relações entre as noções compõem o sistema de noções (nocional) e se expressam em relações hierárquicas e relações não-hierarquicas.
• Relações hierárquicas – conceito de superordenação e subordinação
• Superordenação consiste na possibilidade de subdivisão de uma noção hierárquica mais alta em um certo número de noções de nível inferior chamadas noções subordinadas.
• O processo de subdivisão chama-se subordinação.
• Noções coordenadas – um sistema hierárquico pode ser agrupado com uma ou mais noções do mesmo nível (coordenadas entre si) para formar um nível superior ou superordenado.

Superordenação Coordenação Subordinação

• Noções geral/particular e todo/parte – relações genéricas (gênero) , relações específicas (particulares) e relações partitivas (parte de um todo)
• Relações genéricas – relações hierárquicas, noção superordenada que comporta as mesmas características das noções subordinadas a partir dela.
• Relações específicas – relações hierárquicas subordinadas que compartilham das mesmas características da noção superordenada, mas apresenta pelo menos uma característica a mais que a diferencia.
• Noção genérica – conjunção de características comuns- superordenação vai das diferenças para as semelhanças Ex: Embarcação e seus tipos (canoa, iate, jangada, navio)
• Noção específica – disjunção a partir da conjunção dada – noção subordinada que indica a existência de uma diferença, face a um conjunto de características comuns. Ex: Mamífero dividido em duas espécies ( Racional e Irracional)
• Relação partitiva – tipo de relação hierárquica – noção superordenada refere-se a objeto considerado como um todo e as noções subordinadas a objetos considerados partes. Ex: Navio e suas partes (quilha, convés, mastro)
• Relações não-hierárquicas – relações que não são hierarquicas, podem ser elementos coordenados, que estão em um mesmo nível na hierarquica como racional e irracional, ou termos que não tem relação evidentes como boi e arvore.
• Relações associativas – tipo sequenciais com relação espacial ou temporal com noções de causa/efeito, produtor e produto, etapas de um processo, relações de oposição e contradição. Não são hierarquicas.
• Exemplos:
1. Causa/efeito – tempo seco – infecções respiratórias
2. Produtor/produto – Usineiro – álcool
3. Etapas de um processo – Reforma do setor saúde - Descentralização
4. Oposição/contradição – reações químicas a frio – reações químicas a calor

Sistema nocional: exercícios

Organize de forma hieraquizada os termos dos vários grupos abaixo (iniciando em sala de aula e continuando em casa)

ANTROPOLOGIA
CIÊNCIAS SOCIAIS
SOCIOLOGIA
___________________________________________

CIENCIAS BIOLOGICAS
FENÔMENOS BIOLÓGICOS
FENÔMENOS BIOQUÍMICOS
FENÔMENOS CELULARES
FISIOLOGIA CIRCULATÓRIA
FISIOLOGIA REPRODUTIVA
FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA
FISIOLOGIA URINÁRIA
GENÉTICA
METABOLISMO
NUTRIÇÃO
PROCESSOS FISIOLÓGICOS
___________________________________________

ANATOMIA
BIOFÍSICA
BIOLOGIA
BIOMASSA
BIOQUÍMICA
BIOTA
BIOTECNOLOGIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
FARMACOLOGIA
FAUNA
FISIOLOGIA
FLORA
___________________________________________

CHUVAS
CLIMA
CLIMA FRIO
CLIMA TEMPERADO
CLIMA TROPICAL
CLIMA ÚMIDO
CLIMATOLOGIA
EFEITOS DO CLIMA
ESTATÍSTICAS METEOROLÓGICAS
FATORES METEOROLÓGICOS
FURACÕES
HIDROMETEOROLOGIA
MEDIDAS DE PRECIPITAÇÃO
METEOROLOGIA
MUDANÇAS CLIMÁTICAS
UMIDADE
___________________________________________
ARTE
CARICATURAS
ESCULTURA
FILATELIA
GRAVURAS
ILUSTRAÇÃO
NUMISMÁTICA
PINTURAS
RETRATOS


___________________________________________
ASTRONOMIA
ATIVIDADE SOLAR
JÚPITER
MARTE
MERCÚRIO (PLANETA)
METEORÓIDES
NETUNO
PLANETAS
PLANETAS MENORES
PLUTÃO
SATURNO
SISTEMA SOLAR
URANO
VÊNUS
___________________________________________

CONTROLE DA POPULAÇÃO
DEMOGRAFIA
DINÂMICA POPULACIONAL
ESTATÍSTICAS VITAIS
POPULAÇÃO
TAMANHO DA POPULAÇÃO

___________________________________________

ADMINISTRAÇÃO DE DESASTRES
AVALIAÇÃO DE DANOS
DESASTRES
EDUCAÇÃO EM DESASTRES
ESTADO DE ALERTA EM EMERGÊNCIAS
IMPACTO AMBIENTAL
IMPACTO DE CALAMIDADES
IMPACTO PSICOSSOCIAL
LEGISLAÇÃO SOBRE DESASTRES
___________________________________________

ALIMENTOS
ALIMENTOS E BEBIDAS
BEBIDAS
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS
___________________________________________

ABASTECIMENTO DE ALIMENTOS
ALIMENTOS
ALIMENTOS FORMULADOS
ALIMENTOS FORTIFICADOS
ALIMENTOS INFANTIS
CARBOIDRATOS
ESTADO NUTRICIONAL
INGESTÃO DE ENERGIA
LEGISLAÇÃO SOBRE ALIMENTOS
LIPÍDIOS
MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS
NECESSIDADES NUTRICIONAIS
PROTEÍNAS
QUALIDADE DOS ALIMENTOS
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
TRANSTORNOS NUTRICIONAIS
VITAMINAS

14 de fev de 2010

Sinonímia, antonímia, polissemia, homonímia e exercícios

Sinonímia

É a relação que se estabelece entre duas palavras ou mais que apresentam significados iguais ou semelhantes - SINÔNIMOS.
Ex.: Cômico - engraçado
Débil - fraco, frágil
Distante - afastado, remoto

Antonímia

É a relação que se estabelece entre duas palavras ou mais que apresentam significados diferentes, contrários - ANTÔNIMOS.
Ex.: Economizar - gastar
Bem - mal
Bom - ruim

Homonímia

É a relação entre duas ou mais palavras que, apesar de possuírem significados diferentes, possuem a mesma estrutura fonológica - HOMÔNIMOS.
As homônimas podem ser:

Homógrafas heterofônicas ( ou homógrafas) - são as palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia.

Ex.: gosto ( substantivo) - gosto (1.ª pess.sing. pres. ind. - verbo gostar)
Conserto ( substantivo) - conserto (1.ª pess.sing. pres. ind. - verbo consertar)
Homófonas heterográficas ( ou homófonas) - são as palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita.

Ex.: cela (substantivo) - sela ( verbo)
Cessão (substantivo) - sessão (substantivo)
Cerrar (verbo) - serrar ( verbo)
• Homófonas homográficas ( ou homônimos perfeitos) - são as palavras iguais na pronúncia e na escrita.
Ex.: cura (verbo) - cura ( substantivo)
Verão ( verbo) - verão ( substantivo)
Cedo ( verbo ) - cedo (advérbio)

Polissemia

É a propriedade que uma mesma palavra tem de apresentar vários significados.

Ex.: Ele ocupa um alto posto na empresa.
Abasteci meu carro no posto da esquina.
Os convites eram de graça.
Os fiéis agradecem a graça recebida.

Conotação e Denotação

Conotação é o uso da palavra com um significado diferente do original, criado pelo contexto.
Ex.: Você tem um coração de pedra.
Denotação é o uso da palavra com o seu sentido original.
Ex.: Pedra é um corpo duro e sólido, da natureza das rochas

Fonte: http://www.saberportugues.hpg.ig.com.br/semantica.htm

Nem toda palavra é neutra, de uso geral, de significado único e preciso. Isso se deve à conotação. Vejamos algumas ocorrências relacionadas à conotação.

Termos referencialmente sinônimos mas não efetivamente sinônimos.

Vamos considerar os termos 'música sertaneja' e 'música caipira'. Os dois termos apontam para o mesmo referente mas aparecem nos discursos em distribuição complementar, ou seja, nos contextos em que se usa um não se usa outro.

Isso se deve a impressões e opiniões agregadas a cada termo acerca do referente. Quando se usa 'música caipira', fica subentendido que a música é de má qualidade, de baixa índole, etc. Caso se use 'música sertaneja', subentende-se música de boa qualidade.

Palavras com referente mutável contexto a contexto, receptor a receptor
Vamos analisar a palavra 'burguês'. Para um historiador, o burguês é o morador do burgo que desencadeia a revolução industrial. Para um marxista, burguês é o explorador da sociedade. Para um adepto da contracultura, o burguês é o símbolo da decadência da sociedade de consumo. O referente é o mesmo para todos os emissores, mas cada um deles agrega à palavra diferentes impressões e opiniões.

Palavras ligadas a dados contextos

Certas palavras só são adequadas ou toleráveis em dadas situações, tipos de discurso, ocasiões. Exemplo: o chulo. Os termos considerados chulos só costumam aparecer em contextos informais, pois somente nesses contextos eles são tolerados. Para contextos formais existem equivalentes próprios.

A palavra é típica de um grupo, região, época ou estilo.

Exemplos: gírias, regionalismos e jargões. Os termos que são marca de um grupo ficam impregnados das impressões e opiniões que a comunidade tem sobre ele. Se as gírias, via de regra, são execradas pela comunidade conservadora é porque a comunidade não aceita o grupo que as pratica e não por execração à gíria em si.

Conceito de conotação

As classes de palavras acima citadas têm características de uso próprias em função de opiniões e impressões a ela aderidas, seja dos usuários em relação ao referente que elas simbolizam ou dos usuários em relação ao subgrupo de usuários que as praticam. Este perfil é a conotação da palavra.
Conotação é a resposta a perguntas como: é de uso geral ou restrito a contextos, situações, grupos, épocas, regiões? Que sentido ela assume em dado contexto, para dado grupo? Que juízos, impressões a ela se aderem em função de suas características de uso?
Toda vez que uma palavra conotada é usada em situação alheia ao seu perfil típico de uso o resultado é estranhamento, sensação por parte do receptor de uma inadequação, de que algo está errado no discurso.


Exercícios

1) Identifique os sinônimos:

Beijo
Bruxo
Cara
Cauteloso
Demônio
Diabo
Educador
Enganar
Face
Feiticeiro
Fisionomia
Gorjeta
Gratificação
Iludir
Mestre
Narinas
Ósculo
Professor
Prudente
Recompensa
Rosto
Tripas
Ventas
Vísceras


2) Identifique as ocorrências significativas (tipo e significado)

Rompeu a roupa no arame farpado. Doença grave
Rompeu um segredo. Voz grave
Romperam as músicas. Vocábulo grave
O senador rompeu com o governo. Homem de aspecto grave
A cavalaria romperá as hostes inimigas.

3) Relacione os antônimos entre si:

Abrir Anormal
Ceder Claro
Deslealdade Escuro
Fechar Feliz
Infeliz Lealdade
Leve Normal
Pesado Resistir

4) A palavra "agudo" com significado de "perspicaz" ocorre apenas em:
a. As paredes do quarto formavam um estranho ângulo agudo , revelando a construção precária, prestes a ruir.
b. Uma crise aguda dos rins levou-o a uma internação repentina na Santa Casa da cidade.
c. raciocínio agudo de Carlos surpreendeu os conferencistas e tirou-lhes elogios!
d. É pequena, frágil, possui uma voz aguda que sempre perturba e incomoda os ouvintes.
e. Matou-a com a ponta aguda do punhal, assustando-se e deliciando-se a cada gota de sangue que tocava o chão.

5) Texto: "Quem sai aos seus não degenera." De acordo com o ditado popular:
a. Deixar os conhecidos não implica esquecê-los.
b. Sair da casa da família determina saudade constante.
c. Quem segue os pais, não se perde na vida.
d. Quem segue o caminho dos antepassados, não se arruína.
e. Quem caminha com os parentes, não se extravia.

6) Texto: A cozinha chinesa cria sobre a escassez. Ingredientes bons mas esparsos, ou abundantes mas pobres, precisam render e ficar saborosos. Daí molhos, combinações diferentes, temperos ousados e várias técnicas de cocção. (...) Armando Coelho Borges ­ VejaSP , 10 de maio de 2000
No contexto, a palavra "cocção" seria adequadamente substituída por:


a. cozinha b. culinária c. facção d. cozimento e. misturas

9 de fev de 2010

1 de fev de 2010

Roteiro básico para elaboração de Linguagem documentária


1. Definição do tema;
2. Levantamento de informação (textos, glossários, dicionários, tesauros etc.) sobre tema para identificar a terminologia e definir principais áreas de abrangência;
3. Elaboração de fichas terminológicas;
4. Desenvolvimento da introdução da LD: objetivo, justificativa do trabalho e relevância do tema (com definição e explicação sobre o tema e sua abrangência, incluindo citações bibliográficas);
5. Desenvolvimento de um capítulo sobre as linguagens documentárias: o que são, para que servem, com são elaboradas e gerenciadas (incluindo citações bibliográficas);
6. Levantamentos dos descritores da linguagem documentária e elaboração da lista alfabética;
7. Definição da hierarquia dos descritores e elaboração da lista hierárquica;
8. Conclusões e referências bibliográficas.

Exemplo de ficha terminológica:

Termo candidato a descritor:

Sinônimos ou variantes:

Termo em outro(s) idioma(s):

Definição:



Fonte:
Contexto:

Categoria/Hierarquia provisória:
Comentário:
Responsável pela coleta:
Data:
Vídeo a Máquina somos nós em Português.
Vejam links para texto de interesse para a nossa disciplina.

O nível do conhecimento e os instrumentos de representação: tesauros e ontologias



Tesauro e normalização terminológica: o termo como base para intercâmbio de informações